terça-feira, 20 de novembro de 2007

( P:05) TIBET





CAIO VILELAColaboração para a Folha de S.Paulo, em Lhasa


Dos cerca de 300 mil habitantes de Lhasa, a capital da região autônoma do Tibete, menos de um quarto são tibetanos. A grande maioria da população é de origem chinesa. A cidade cresce em ritmo acelerado.
Há novas construções por toda a parte, e as fachadas e a organização urbana fariam qualquer um confundi-la com qualquer outra metrópole chinesa, não fosse pelo bairro do Barkor, onde moram as minorias tibetanas e os poucos muçulmanos.
Caio Vilela/Folha Imagem
Palácio de Potala, uma das maiores atrações de Lhasa, no Tibete
Os chineses também ocupam praticamente todos os cargos públicos e os empregos mais importantes, como professores, bancários e policiais. Aos tibetanos, sobram as ocupações no pequeno comércio, empregos de motoristas de táxis e de guias de turismo.
O turismo pela capital, e em toda a região, começou nos anos 80, mas tem crescido ano a ano. O diretor do Escritório de Turismo do Tibete, Liao Lisheng, estima que o faturamento do setor tenha crescido 30% somente no último ano. Os turistas que chegam diariamente ao aeroporto de Lhasa somados aos que desembarcam pela recém-construída ferrovia que liga a capital tibetana a Pequim passaram de 1.000, no ano passado, para 4.000 este ano.
Segundo o site do governo chinês relacionado ao turismo no Tibete, a região recebeu 2,5 milhões de turistas no ano passado, dos quais apenas 154.800 eram estrangeiros. Neste ano, 3 milhões são esperados até que a temporada termine na primeira semana de outubro. E, para 2010, espera-se registrar 10 milhões de visitantes, uma taxa de crescimento do volume de turismo superior à de qualquer outra da China.
Caio Vilela/Folha Imagem
Vista noturna do Palácio de Potala, antiga residência dos Dalai Lamas, no Tibete
Nem por isso visitar a herança tibetana na cidade é tarefa fácil. "Para conhecer o interior do palácio de Potala [antiga residência dos Dalai Lamas e uma das maiores atrações de Lhasa], é preciso ter conexões", diz a turista australiana Angela Butler. Para comprar por US$ 14 o ingresso na bilheteria, o visitante deve enfrentar uma fila que se estende por 150 metros, onde turistas se aglomeram durante a madrugada para conseguir um ingresso para o dia seguinte.
Durante a alta temporada, agentes de turismo contratam gente para pernoitar na fila e conseguir ingressos, que depois serão vendidos pelo dobro do preço a quem estiver disposto a pagar.
Butler enfrentou sete horas e meia de fila, a partir das 4h da manhã, para conseguir, às 11h30, uma visita agendada para 16h20 do dia seguinte. Decepcionou-se com o que viu. "Os turistas podem ficar no máximo uma hora no palácio, e não é permitido tirar fotos. Um guia oficial do governo acompanha os turistas por apenas 4 dos 20 pisos do edifício e tudo é visto às pressas."
Seguranças na entrada do Potala informam que a limitação é necessária para acomodar o número de turistas interessados em visitar o palácio.

( P:04) Ministérios do Turismo e Meio Ambiente se unem para unidades de conservação

O Ministério do Turismo firmou um acordo com o Ministério do Meio Ambiente sobre a utilização das unidades de conservação brasileiras para ecoturismo. O que já chegou a ser proibido hoje tem um plano de cooperação operacional e financeira para o manejo.Os Parques Nacionais das regiões Nordeste e Sul serão os primeiros a receber os benefícios do acordo, assim como algumas áreas de preservação ainda não divulgadas. “O turismo e o meio ambiente vão estar sempre juntos. Sem a preservação das belezas e das riquezas naturais será difícil convencer as pessoas a visitarem o nosso país”, comentou Marina Silva, ministra do meio ambiente na assinatura do acordo, feita no Salão do Turismo, no dia 6 de junho em São Paulo.Ela aproveitou a ocasião para pedir o apoio de governos estaduais e municipais para o sucesso do acordo. “Esse entendimento deve ser de todos nós e particularmente dos responsáveis pela gestão pública dessas políticas, tanto de promoção do turismo sustentável quanto da proteção dos recursos naturais", concluiu.União - O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho dos dois ministérios para identificar as potencialidades de cada Parque Nacional e promover o turismo nessas áreas.

Fonte: http://www.zone.com.br/destinoaventura/index.php?destino_comum=noticia_mostra&id_noticias=17290

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

(P:03) O lixão mais alto do mundo


Se ninguém fizer nada, Everest corre o risco de virar uma grande lixeira
Redação Portal CONPET03/08/2005O

Everest é a montanha mais alta do mundo, com quase 9 quilômetros de altura. Por isso mesmo, muitos esportistas tentam o grande desafio que é chegar lá em cima. Nem todos conseguem, mas milhares de turistas vão visitar a montanha todos os anos, subindo um pouco ou mesmo indo até o topo. O problema é que a montanha, que fica num pequeno país da Ásia chamado Nepal, tem um ecossistema próprio, que está sendo destruído com a falta de cuidado desses turistas.
Em 1953 a primeira pessoa conseguiu escalar o Everest até o topo. Desde então, foram jogadas mais de 18 toneladas de lixo pelos turistas que vêm tentar repetir a façanha! Isso porque o alpinista tem que carregar mochilas super pesadas com água, comida e outras coisas pra subir a montanha, e conforme usa as coisas e não precisa mais delas, vai deixando todo o lixo pelo caminho para não ter que continuar carregando. É tanta sujeira que há até helicópteros quebrados espalhados pelo monte.
O governo do Nepal de tão preocupado com o lixo criou uma recompensa para quem ajudasse a catá-lo: pagava 15 dólares (mais ou menos 35 reais) para cada garrafinha de oxigênio vazia que fosse recolhida do Everest. Ele também faz expedições especiais só para pegar o lixo jogado. O problema é que o lixo acaba matando os animais, que acabam comendo os restos pensando que é comida e morrem. As plantas também sofrem, pois são contaminadas por produtos tóxicos.
Mas não são só os alpinistas que destroem o Everest. O aquecimento do planeta causado pela grande quantidade de dióxido de carbono (a fumaça que os carros soltam pelo escapamento) produzida em todas as partes do mundo está fazendo com que o gelo que cobre o topo da montanha derreta, ou seja, a montanha mais alta do mundo está encolhendo.
Já na base da montanha existe um novo problema. Um parque ecológico que preserva os animais e plantas da região está ameaçado de extinção, pois com o topo da montanha derretendo, a água está descendo pro parque, que corre o risco de ser alagado.
Por isso é bom lembrar que o Everest é destruído não só por quem vai visitá-lo e o entope de lixo, mas também por todo mundo que usa o carro desregulado, o que além de desperdiçar combustível, joga muito mais fumaça no ar, e assim esquenta o planeta e piora a perigosa situação de um dos mais belos marcos da natureza.
Muitos lugares do Brasil e do mundo estão sofrendo com a presença humana, não só aqueles que estão perto de nós, mas também os ecossistemas mais distantes são afetados.

http://www.conpet.gov.br/noticias/noticia.php?id_noticia=329&segmento

Análise

Um dos problemas mais graves que acontece com a chegada de turistas em uma localidade é o aumento do seu lixo, e se livrar dele se tornou um grande problema mundial. Porém o poder público junto com o privado e comunidade deve encontrar soluções para amenizar este impacto.
Em relação à notícia citada acima, no qual o governo do Nepal estaria pagando recompensas para aqueles que ajudassem a recolher o lixo, é uma atitude ainda insuficiente em vista do tamanho do problema. Também não adiantaria de nada construir uma regra de condutas para tais visitantes, sendo que se esta não for rigorosamente cumprida não haverá maiores conseqüências para o descumpridor.

Propostas

Construir uma regra de conduta, que caso fosse descumprida o visitante pagaria em valores monetários. Mas como saber se tal visitante deixou ou não lixo em tais áreas como parques ecológicos, reservas e etc? Através de fiscalização na entrada de tais locais, assim o encarregado pela fiscalização além do controle do número de visitantes, poderia determinar o que deve ou não deve entrar, analisando quantitativamente o material que posteriormente se transformaria em lixo. Através de blitz ecológicas na entrada, ocorreria também a entrega de lixeiras ecológicas para cada visitante. Na saída o responsável reexaminaria os matérias e os contaria novamente, aplicando a penalidade a aqueles que descumprissem a regra de conduta. Todos visitantes na entrada devem fazer seu registro, possuindo neste, dados pessoais como, por exemplo, o nome completo e número do registro geral constado na carteira de identidade, para que tal fiscalização ocorra com o máximo de organização.

Links interessantes sobre o assunto:
http://www.planetaorganico.com.br/meiolixo1.htm
http://www.comciencia.br/reportagens/cidades/cid10.htm
http://www.atibaia.com.br/cidade/topico.asp?topico=34
http://cdcc.sc.usp.br/ciencia/artigos/art_28/agua8.html
Fonte da imagem: Monte Everest

(P:02) 02.04.07 - Município tem novos bens registrados como patrimônio histórico


Na última semana, Cambuí recebeu a visita de duas consultoras da empresa Paginar, de Belo Horizonte. A arquiteta Isabella Albergaria e a historiadora Mirelle Bernardi, que vieram fazer, a pedido da Prefeitura Municipal, um levantamento dos bens que deverão ser inventariados como patrimônio histórico do município, a fim de que, no futuro, sejam tombados oficialmente pelo IEPHA (Instituto Estadual Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais). Todo o trabalho de campo foi feito em parceria com os membros do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, que tem como objetivo principal preservar a memória da cidade. "É um trabalho de extrema importância, pois é através destes registros que a história de Cambuí se manterá viva com o passar dos anos", comenta o arquiteto e presidente do Conselho Municipal, Fábio Francisco de Faria.
Durante a pesquisa foram inventariados o livro escrito pelo padre Afonsinho e o presépio esculpido em giz pelo artista e arquiteto João Carlos de Brito, o Joca, como bens móveis; a receita do doce feito de ovos queimados como bem imaterial; a Matinha Municipal como bem natural; e uma quantidade significante de bens imóveis como as capelinhas da via sacra existentes no Morro do Cruzeiro, o Cristo instalado na Igreja de Santo Antônio; o portal de entrada do cemitério da cidade, o túmulo onde está sepultado o Dr. Carlos Cavalcanti e o mausoléu do padre Afonsinho. Todos estes bens foram fotografados e descritos pelas consultoras, que ainda irão desenvolver um croqui do material para ser anexado em um futuro documento a ser enviado para a Prefeitura Municipal. "Estes procedimentos são necessários para que estes bens sejam catalogados no IEPHA e no futuro venham a ser tombados como patrimônio histórico de Cambuí", diz o arquiteto.
Fábio ainda explica que a população precisa se conscientizar sobre a importância de se preservar os bens históricos. "Cambuí é uma cidade onde quase não encontramos construções antigas e vestígios de história, isso cria falta de identidade nos que aqui vivem, por isso devemos preservar o pouco de patrimônio histórico que ainda nos resta".
Museu Municipal – Justamente com o objetivo de se preservar a história e a identidade de Cambuí é que a Prefeitura Municipal, através do Departamento de Cultura, criou o Museu Municipal, através de uma lei aprovada pelo legislativo em dezembro de 2005. O projeto de lei partiu da artista e professora Neusa Maria, que na época atuava como chefe de Departamento de Cultura. Agora, a atual administração dá início a uma campanha para arrecadar bens para o museu. "É preciso que a comunidade colabore para que juntos possamos preservar a memória patrimonial e familiar da cidade", afirma João Eiras, atual chefe do departamento.
João pede para aqueles que tiverem documentos ou objetos antigos, como cartas, roupas, utensílios domésticos ou de uso pessoal façam a doação ou empréstimo para o museu. "Pedimos para que estas pessoas deixem seus pertences antigos para fazer a história no museu da cidade, para que estes bens sejam cuidados e preservados".O objeto doado ou emprestado ficará registrado no livro oficial do museu e o proprietário receberá um certificado comprovando o ato.
O museu funcionará no prédio do centro cultural localizado na rua João Moreira Salles, 66, centro. O telefone de contato para os interessados é o 3431-6086.Por: Liliane Almeida Fotos: Liliane Almeidafonte: http://www.jornalregistro.com.br/

http://www.prefeituradecambui.mg.gov.br/noticias_2007/0204patrimonio.php

Análise

A preservação do patrimônio histórico-cultural de uma cidade está muito além de apenas uma catalogação e registro dos seus principais atrativos e/ou de seus tombamentos pelo IEPHA (Instituto Estadual Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais), não descartando a importância deste trabalho, pois já que é um passo importante a ser dado em relação a sua preservação, porém percebe-se que isso não é suficiente. A degradação dos patrimônios históricos em sua maioria é muitas vezes feita pelos próprios habitantes. Isto acontece devido à falta de conhecimento da população em relação à importância do seu patrimônio como meio de preservar sua própria história, criando assim gradativamente a perda da identidade dos cidadãos.
É de extrema importância que todo trabalho de preservação seja feito a partir e para a comunidade. A sua participação é sinônimo de legitimidade, e de reconhecimento.

Propostas

A participação da comunidade junto ao pode público no processo de elaboração do inventário, na escolha do bem cultural, definição da sua proteção e soluções para sua continuidade é a garantia de que o patrimônio histórico-cultural de uma certa localidade irá permanecer e ser protegido. Para isso deverão ser desenvolvidos trabalhos de conscientização e preservação para a população, ministrando cursos e palestras, realizando eventos como a Semana do Patrimônio Cultural, exposições e trabalhos constantes nas escolas. As informações a respeito do que está sendo feito e discutido deverá ser divulgado através de boletins, artigos, jornais e rádios da comunidade.

Links relacionados sobre o assunto:
http://www.pdturismo.ufsj.edu.br/legislacao/municipal/conselhos/patrimoniocultural.shtml
http://www.fundep.ufmg.br/homepage/cases/606.asp
http://www.descubraminas.com.br/fotosminas/hpg_album.asp
http://www.pdturismo.ufsj.edu.br/artigos/conscienciapreservacao.shtml
http://www.revistaturismo.com/artigos/igarassu.html

Fonte de imagem: A Matriz de Santo Antônio,Tiradentes - MG
http://www.idasbrasil.com.br/fotosminas/port/congonhas.asp

(P:01) Turismo precisa avançar na Amazônia



Ariane Janer alerta para a necessidade de se investir mais no potencial paraense para atrair turistas

Belém - Segundo os Instituto de Hospitalidade (IH) – organização que busca soluções para o turismo brasileiro -, o grande marketeiro do setor é o próprio turista. A técnica do IH, Ariane Janer, afirmou que 60% da procura pelos pacotes decorrem do “boca à boca”. Na sua opinião, para o Brasil decolar no setor tem que criar uma marca forte e única; investir em segurança e em sites de qualidade sobre a Amazônia.
Ariane Janer proferiu palestra sobre o Programa de Certificação em Turismo Sustentável, no último domingo (05), no encerramento da Terceira Feira do Empreendedor do Pará, no Hangar – Centro de Convenções da Amazônia. Ariane, que é holandesa e trabalha há 17 anos no IH, aconselhou ao Brasil a criação e manutenção de uma única marca, a exemplo do que acontece nos países europeus. “O problema é que a marca do Brasil vive mudando. Isso acaba confundindo o turista estrangeiro”. Janer ditou uma série de decisões que devem ser tomadas para o turismo na Amazônia brasileira. “Nós estamos perdendo para o Peru e Equador, principalmente por causa de vôos”. A técnica do IH aconselhou a realização de maior número de viagens internacionais para Belém, que além de ser rota turística tem opções para outros vôos.
Janer recomendou que o setor de turismo do Pará faça parcerias e crie um site explorando mais o potencial do setor no Estado e apresentado as informações em inglês e espanhol. Ariane destacou que o Pará tem muita coisa para mostrar e seu marketing ainda não alcançou esse pensamento. É preciso, explicou, vender o que já é conhecido e o que ainda não é conhecido no meio turístico. Isso deve ser feito de forma responsável, pautado no desenvolvimento sustentável e com apoio de organizações importantes, como o Sebrae, completa. Entre as novidade do setor na Amazônia está o turismo científico. Ações do Museu Paraense Emílio Goeldi chamaram a atenção dos turistas para o Projeto Mamirawa, no Amazonas. “Esse turismo científico pode ser explorado também aqui no Pará, como por exemplo, na Estação de Caxuanã”, sugeriu.

http://www.pa.sebrae.com.br/sessoes/servicos/noticias/noti_det.asp?codnoticia=201


Análise

Ao procurarmos informações turísticas, por exemplo, sobre uma determinada cidade mineira na Internet, livros e revistas, geralmente encontramos as mesmas informações e até mesmo as mesmas imagens, geralmente de igrejas e casarões. Isto é um problema para aqueles que estão pesquisando algo peculiar em uma determinada cidade, pois raramente irão conseguir encontrar tais informações. E é exatamente esta falta de meios de comunicação mais elaborados, fazem com que determinadas cidades atraiam um número inferior de turistas em relação ao seu potencial. Podemos complementar esta análise com que Ariane Janer ainda destaca na noticia acima “... o Pará tem muita coisa para mostrar e seu marketing ainda não alcançou esse pensamento. É preciso, explicou, vender o que já é conhecido e o que ainda não é conhecido no meio turístico...”.
Este fato reflete muitas vezes na falta de uma percepção crítica dos profissionais elaboradores de tais meios de divulgação.

Propostas

PropostasAo se construir tais meios de divulgação para as cidades turísticas como site, revistas, jornais, etc, deve-se ter uma equipe interdisciplinar, sendo os profissionais indispensáveis para tal elaboração, seria os do turismo, Marketing, Arquitetura, história, Geografia, Biologia, Fotografia, dentre outros. Tendo os profissionais de cada área citada acima, um foco específico de pesquisa em determinada cidade. O papel do turismólogo neste trabalho seria da percepção geral da cidade, ou seja, este pesquisaria todos os bens naturais e artificiais, podendo ser usado como método de pesquisa o Inventário Turístico, no qual este instrumento visaria à catalogação dos bens. Após o Inventário Turístico o turismòlogo relacionaria a importância destes bens inventariados para a comunidade, sendo o método de pesquisa para abstrair tais dados uma pesquisa quantitativa semi-estrutural amostral. O Primeiro momento do questionário deve-se abordar indagações em relação a tais bens e qual o grau de importância em relação à beleza e/ou cultura do local para o morador. No segundo momento deve-se indagar em relação à culinária típica, seus causos e se a cidade possui ou já possuiu personalidades, e se já, quais. Depois de obter os resultados dos bens materiais e imateriais eleitos mais bonitos e/ou importantes culturalmente para tal sociedade o turismòlogo enviaria tais informações para os outros profissionais que no caso se especializariam em tais bens, como por exemplo, o papel do historiador que pesquisaria desde a formação daquela sociedade, suas principais atividades econômicas, os principais alimentos em abundância no local, podendo se relacionar com a cultura culinária ainda viva até presente momento, dentre outros. Durante a coleta e análise de dados feita por cada profissional é de extrema importância para a equipe a formação de sugestões e trocas de conhecimentos. Assim ao acessar tais sites relacionados à divulgação de cidades turísticas ou não, o interessado poderia visualizar os bens materiais que realmente teria a ver com tal cidade e também conhecer um pouco da culinária, personalidades e causos locais. Isso faria com que aumentasse significativamente o poder de atração desses locais e a motivação dos turistas em potencial para se tornarem em turistas reais de tais localidades.

Links relacionados:
http://www.descubraminas.com.br/
http://www.estradareal.org.br/


Fonte da Imagem: Paisagem da Amazônia